sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

RESENHA

Esta resenha trata de um tema que afeta grande parte da população brasileira, principalmente, jovens que estão iniciando sua vida sexual. Trata-se das doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência.


Para discutir esse assunto, foi pesquisado em jornais, revistas e reportagens existentes, onde diversos autores focaram esses trabalhos de pesquisa sobre doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada na adolescência. Identificamos uma entrevista de Ekua Yankah, encarregada do Programa de HIV/Aids da Unesco, em Paris, a Rádio ONU em Nova York, uma reportagem do Jornal DFTV 2ª edição e o artigo da equipe Brasil Escola.

Em sua entrevista Ekua Yankah, diz que juventude representa 45% de novas infecções, tornando-se o maior grupo de risco. Ela pediu que as escolas se engajem mais na educação sexual sobre HIV, com isso propões que:

"É o trabalho de educação sexual dentro das escolas que ajudará a dar as informações antes que os jovens se tornem sexualmente ativos. Estes programas precisam dar todas a informações possíveis que os jovens precisam obter, como por exemplo, o uso de preservativo que eles terão que fazer quando se sentirem preparados para relações sexuais".

Segundo a encarregada do programa da Unesco, em Paris, muitas vezes o jovem só descobre que tem a doença quando já está na fase adulta, com base nessa informação, entendemos a importância da divulgação de informações com o intuito de salvar vidas.

A reportagem do Jornal complementa dizendo que o DF reduz o índice de adolescentes grávidas. Segundo pesquisa do ministério da saúde. O número de partos entre adolescentes, de 10 a 19 anos, caiu de 12,5 mil, em 1998, para 8,1 mil, no ano passado. Uma queda de 35,3%, maior do que a média nacional.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

terça-feira, 17 de novembro de 2009






A GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

Pesquisando sobre o assunto encontrei uma reportagem bem interessante sobre o nosso tema...
Segue abaixo:

"A gravidez precoce está se tornando cada vez mais comum na sociedade contemporânea, pois os adolescentes estão iniciando a vida sexual mais cedo.

A gravidez na adolescência envolve muito mais do que problemas físicos, pois há também problemas emocionais, sociais, entre outros. Uma jovem de 14 anos, por exemplo, não está preparada para cuidar de um bebê, muito menos de uma família. Com isso, entramos em outra polêmica, o de mães solteiras, por serem muito jovens os rapazes e as moças não assumem um compromisso sério e na maioria dos casos quando surge a gravidez um dos dois abandona a relação sem se importar com as conseqüências. Por isso o número de mães jovens e solteiras vem crescendo consideravelmente.

É muito importante que haja diálogo entre os pais, os professores e os próprios adolescentes, como forma de esclarecimento e informação.
Mas o que acontece é que muitos pais acham constrangedor ter um diálogo aberto com seus filhos, essa falta de diálogo gera jovens mal instruídos que iniciam a vida sexual sem o mínimo de conhecimento. Alguns especialistas afirmam que quando o jovem tem um bom diálogo com os pais, quando a escola promove explicações sobre como se prevenir, o tempo certo em que o corpo está pronto para ter relações e gerar um filho, há uma baixa probabilidade de gravidez precoce e um pequeno índice de doenças sexualmente transmissíveis.

O prazer momentâneo que os jovens sentem durante a relação sexual transforma-se em uma situação desconfortável quando descobrem a gravidez.
É importante que quando diagnosticada a gravidez a adolescente comece o pré-natal, receba o apoio da família, em especial dos pais, tenha auxílio de um profissional da área de psicologia para trabalhar o emocional dessa adolescente. Dessa forma, ela terá uma gravidez tranqüila, terá perspectivas mais positivas em relação a ser mãe, pois muitas entram em depressão por achar que a gravidez significa o fim de sua vida e de sua liberdade. "
Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

Fonte: http://www.brasilescola.com/biologia/gravidez-adolescencia.htm

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

DF reduz gravidez na adolescência

Olá pessoal!
No dia 23/09/2009 o DFTV 2ª Edição exibiu uma interessante reportagem sobre dados da gravidez na adolescência no Distrito Federal. Confiram:

DF reduz gravidez na adolescência

Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que vem diminuindo o número de adolescentes grávidas aqui no Distrito Federal.
Aos três meses, Bryan é a alegria de Stephanie Anne Rodrigues. Mas a gravidez não planejada, aos 18 anos e sem apoio do namorado, foi difícil. “Não tinha preparação nenhuma, com 17 pra 18 anos tudo fica mais complicado, ainda mais morando na casa dos meus pais”, conta a estudante Stephanie Anne Rodrigues.

Nos últimos dez anos, casos assim têm diminuído no Distrito Federal. O número de partos entre adolescentes, de 10 a 19 anos, caiu de 12,5 mil, em 1998, para 8,1 mil, no ano passado. Uma queda de 35,3%, maior do que a média nacional.

“O DF tem os índices mais elevados de escolaridade e de desenvolvimento humano, e ainda tem o fato da renda ser maior na cidade, sem contar as ações de saúde que são feitas pelas Secretarias de Saúde e Educação”, explica a chefe do Núcleo de Saúde do Adolescente da Secretaria de Saúde Denise Ocampos.

A meta é fazer com que a gravidez na adolescência diminua ainda mais com uma divulgação maior de informações. O Ministério da Saúde está lançando a Cartilha do Adolescente. Serão distribuídas mais de quatro milhões em todo o Brasil: 120 mil só no Distrito Federal.

A cartilha foi feita em duas versões, para meninas e meninos, e em linguagem direta e simples. A ideia é incentivar a ida do adolescente aos centros de saúde e, assim, evitar uma gravidez não planejada.

“Quando os dois estão conscientes de tudo e querem o filho, com certeza fica mais fácil”, afirma Stephanie Anne Rodrigues.

Rita Yoshimine / Ilson Joaquim

As cadernetas  podem ser visualizadas no site do Ministério da Saúde:
http://portal.saude.gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=241

domingo, 13 de setembro de 2009

Unesco pede mais educação sexual sobre HIV

07/08/2008
Encarregada do Programa de HIV/Aids da Unesco, em Paris, disse que juventude representa 45% de novas infecções.



Mônica Villela Grayley, Rádio ONU em Nova York.

O Programa de HIV/Aids da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Unesco, pediu que as escolas se engajem mais na educação sexual sobre HIV.

Numa entrevista à Rádio ONU, da Cidade do México, a encarregada da Unesco para o programa, Ekua Yankah, disse que os jovens representam 45% das novas infecções, tornando-se o maior grupo de risco.

Escolas

Yankah, que está participando da 17ª. Conferência sobre HIV/Aids na capital mexicana, pediu mais participação das escolas como parte da prevenção.

"É o trabalho de educação sexual dentro das escolas que ajudará a dar as informações antes que os jovens se tornem sexualmente ativos. Estes programas precisam dar todas a informações possíveis que os jovens precisam obter, como por exemplo, o uso de preservativo que eles terão que fazer quando se sentirem preparados para relações sexuais".

Segundo a encarregada do programa da Unesco, em Paris, muitas vezes o jovem só descobre que tem a doença quando já está na fase adulta.

Relatório

De acordo com um relatório do Unaids, publicado na semana passada, pela primeira vez, nos últimos anos, o número de novas infecções baixou de 3 milhões para 2,7 milhões. Uma redução de 10% no total de novos casos de HIV.

Fonte: http://www.unmultimedia.org/radio/portuguese/detail/151556.html

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ORIENTANDO A VIVER!!


INTRODUÇÃO

     Cerca de 10 milhões de brasileiros já tiveram algum sinal ou sintoma de doenças sexualmente transmissíveis – 6,6 milhões de homens e 3,7 milhões de mulheres. O mais grave é que 18% deles e 11,4% delas não procuraram nenhum tipo de tratamento. Os problemas causados pelas DST podem aumentar em 18 vezes o risco de infecção pelo HIV, que é uma doença ainda sem cura. Os dados inéditos fazem parte da Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade (PCAP – DST, 2008).



OBJETIVOS


GERAL

• Proporcionar Educação Sexual e prevenção das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST/Aids).



ESPECÍFICOS

• Proporcionar acesso às informações para o público alvo vivenciar a sexualidade de forma saudável e responsável,

• Desmistificar tabus e preconceitos,

• Conscientizar os riscos causados pelas DST/Aids,

• Orientar e prevenir à gravidez não-planejada,

• Apresentar os diferentes métodos contraceptivos,

• Refletir sobre Orientação Sexual.



JUSTIFICATIVA

    Escolhemos abordar esse tema porque sabe-se que os adolescentes, no mundo inteiro, estão começando a vida sexual cedo, o que os deixa expostos a riscos como o de uma gravidez indesejada ou de contrair doenças sexualmente transmissíveis, como a AIDS. A orientação, informação com a prevenção podem minimizar tudo isso. Porém os adolescentes não serão nosso único grupo de estudo, eles serão um entre várias faixas estarias que serão abordadas tendo como enfoque a População Brasileira de todas as faixas etárias.







METODOLOGIA

    Realizaremos pesquisas em materiais científicos, publicações em jornais, revistas, sites, blogs e conteúdo áudio-visual em geral.







CRONOGRAMA

    A pesquisa, análise, debate e produção desta temática, será desenvolvida semanalmente até o final deste semestre, com a conclusão prevista para novembro.







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