Esta resenha trata de um tema que afeta grande parte da população brasileira, principalmente, jovens que estão iniciando sua vida sexual. Trata-se das doenças sexualmente transmissíveis e gravidez na adolescência.
Para discutir esse assunto, foi pesquisado em jornais, revistas e reportagens existentes, onde diversos autores focaram esses trabalhos de pesquisa sobre doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada na adolescência. Identificamos uma entrevista de Ekua Yankah, encarregada do Programa de HIV/Aids da Unesco, em Paris, a Rádio ONU em Nova York, uma reportagem do Jornal DFTV 2ª edição e o artigo da equipe Brasil Escola.
Em sua entrevista Ekua Yankah, diz que juventude representa 45% de novas infecções, tornando-se o maior grupo de risco. Ela pediu que as escolas se engajem mais na educação sexual sobre HIV, com isso propões que:
"É o trabalho de educação sexual dentro das escolas que ajudará a dar as informações antes que os jovens se tornem sexualmente ativos. Estes programas precisam dar todas a informações possíveis que os jovens precisam obter, como por exemplo, o uso de preservativo que eles terão que fazer quando se sentirem preparados para relações sexuais".
Segundo a encarregada do programa da Unesco, em Paris, muitas vezes o jovem só descobre que tem a doença quando já está na fase adulta, com base nessa informação, entendemos a importância da divulgação de informações com o intuito de salvar vidas.
A reportagem do Jornal complementa dizendo que o DF reduz o índice de adolescentes grávidas. Segundo pesquisa do ministério da saúde. O número de partos entre adolescentes, de 10 a 19 anos, caiu de 12,5 mil, em 1998, para 8,1 mil, no ano passado. Uma queda de 35,3%, maior do que a média nacional.
Há 10 anos
